Moju: moradores do Sítio Bosque e Nova Vida denunciam que estão sendo prejudicados por serviços da Hydro

Os moradores da área realizam um protesto desde a noite desta segunda paralisando obras de uma terceirizada que faz um mineroduto da gigante Hydro.

Populares das comunidades Sítio Bosque e Nova Vida, zona rural e área quilombola de Moju, cansados de esperarem pela gigante do Minério Norsk Hydro, resolveram protestar contra os serviços que estão sendo feitos por uma empresa terceirizada que trabalha na construção de um mineroduto.

Os representantes das comunidades denunciam que o rio Jambuaçu e os igarapés estão sendo poluídos. Muitos deles, que vivem da pesca, não estão conseguindo pescar, pois os peixes estariam morrendo, disse um morador em áudio enviado ao Portal Moju News.

A paralização segue desde a noite desta segunda, 25, e se mantém até a manhã e a tarde desta terça, 26.

Os representantes das comunidades denunciam que o rio Jambuaçu e os igarapés estão sendo poluídos. Muitos deles, que vivem da pesca, não estão conseguindo pescar, pois os peixes estariam morrendo, disse um morador em áudio enviado ao Portal Moju News. foto: Reprodução

O Portal Moju News, procurou a poderosa Hydro para pedir um posicionamento e ver se a empresa tem se preocupado com o bem estar da população quilombola, que reside e vive ali há muitos anos.

Veia a nota que a a Assessoria de Comunicação da Hydro, enviou:

A Mineração Paragominas esclarece que já apresentou uma carta aos moradores da comunidade Sítio Bosque confirmando seu compromisso com o diálogo direto e reforça que cumpre a legislação e suas licenças ambientais.

A empresa pontua ainda que não há atividades da obra de manutenção de seu mineroduto nas proximidades da comunidade Sítio Bosque.

Durante as manutenções, que visam a segurança das pessoas, do meio ambiente e das operações, alguns igarapés e/ou rios da região passam por intervenções de escavação do leito seguida de colocação de tubulação abaixo do leito. Devido a essa movimentação, a Mineração Paragominas utiliza um sistema de controle chamado cortina de turbidez. Além disso, as intervenções são comunicadas previamente às comunidades que utilizam os igarapés e/ou rios. Em nenhum momento desta atividade são utilizados produtos químicos, logo, não há possibilidade de contaminação da água.

A Mineração Paragominas mantém diálogo aberto e transparente com as comunidades quilombolas vizinhas às suas unidades e reitera seu compromisso para o bom relacionamento e convivência entre a empresa e as comunidades.

O Portal Moju News segue acompanhado o caso.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui