A delegada da Polícia Civil do Pará Maria Virgínia Grimwood Pinto, presa nesta quinta-feira (15), já foi julgada pela acusação de matar o ex-namorado, o investigador da Polícia Civil Heldenilson Costa Holanda. O caso aconteceu em 2003, em Belém, e foi levado ao Tribunal do Júri sete anos depois.
A morte de Heldenilson ocorreu em 7 de junho de 2003, no edifício Sol Dourado, localizado na rodovia Augusto Montenegro, na capital paraense. De acordo com a acusação apresentada à época, o investigador foi morto com um tiro na cabeça.
Delegada negou ter cometido o crime
Durante interrogatório judicial realizado em abril de 2004, Maria Virgínia negou ser responsável pela morte do ex-namorado. Na ocasião, ela afirmou que Heldenilson havia tirado a própria vida.
O caso foi levado a julgamento em 10 de março de 2010, sob a presidência do então juiz Edmar Pereira Silva, que posteriormente se tornou desembargador do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA).
Durante a sessão do Tribunal do Júri, foram ouvidas três testemunhas de acusação e cinco de defesa. Os jurados também tiveram acesso a laudos periciais relacionados ao caso.
Por Diário do Pará







