A Cactus, uma empresa referência no segmento de soluções iGaming, está conquistando cada vez mais espaço no contexto internacional tanto pela tecnologia inovadora quanto pelo suporte humanizado disponível 24 horas por dia.
Thiago Valadão, Chief Comercial Officer da empresa, salientou que a Cactus é um ecossistema de serviços para o mercado. “Como um dos nossos principais produtos oferecemos uma plataforma escalável capaz de processar milhares de transações por segundo, front-end personalizável, integração com centenas de provedores de jogos, 35 mil títulos disponíveis e CRM inteligentes que elevam o LTV médio dos operadores”, afirmou.
Além disso, o executivo citou que a companhia investe em inovação de maneira planejada, com elementos combinados de customização da experiência do usuário, inteligência artificial (IA) e ferramentas de fidelização de jogadores. Ou seja, todos esses recursos aliados a um atendimento ao cliente com capacidade para operar em múltiplos idiomas e 7 dias por semana.
Oportunidades para empresas de tecnologia no mercado brasileiro atual
De fato, o mercado brasileiro de iGaming ainda está amadurecendo com uma regulamentação, que foi implementada no dia 1º de janeiro de 2025. Na visão de Valadão, o Brasil passou a exigir profissionalismo das empresas e profissionais que almejam seguir em destaque nessa nova era. “Quem se antecipou e se preparou para o mercado saiu em vantagem como a Cactus. Nos preparamos muito para esse momento de virada”, explicou.
Ele ressaltou que a questão central passa por se adequar de maneira rápida às demandas da legislação e assegurar um compliance total. “E a oportunidade está justamente aí. Os operadores que se adequam rapidamente à regulamentação ganham a confiança dos apostadores”, ressaltou.
De acordo com o executivo, os apostadores brasileiros dão sinais claros que priorizam plataformas licenciadas e que podem oferecer não apenas estabilidade e segurança, mas também uma experiência fluida e personalizada.
“Para fornecedores, é a chance de ser o parceiro tecnológico que entrega além de serviços engessados, é preciso pensar em governança e inovação”, concluiu.