No entanto, a nota enviada pela empresa não esclarece o que realmente causou o problema e, o mais grave, não informa quando o fornecimento será normalizado. Confira a nota na íntegra:
Moradores do bairro Industrial e da zona rural de Moju, incluindo a comunidade do Bom Jardim, enfrentam transtornos devido à falta de energia elétrica, que já se prolonga por dias. A situação gerou revolta na população, levando a protestos e à intermediação do prefeito para pressionar a Equatorial Pará a tomar providências. A repercussão do caso na imprensa também forçou a concessionária a se manifestar.
No entanto, a nota enviada pela empresa não esclarece o que realmente causou o problema e, o mais grave, não informa quando o fornecimento será normalizado. Confira a nota na íntegra:
“A Equatorial Pará informa que suas equipes técnicas trabalham, sem medir esforços, para regularizar o fornecimento de energia em no bairro Industrial e zona rural do município de Moju, Nordeste do estado, que teve o fornecimento de energia elétrica apresentando falhas por conta de uma ocorrência na rede de energia elétrica que atende as localidades.”
O comunicado da concessionária é vago e não traz qualquer compromisso com prazos. Enquanto isso, comerciantes sofrem prejuízos, famílias ficam sem eletricidade para necessidades básicas e produtores rurais enfrentam dificuldades no armazenamento de alimentos e outros insumos.
“A Equatorial Pará informa que suas equipes técnicas trabalham, sem medir esforços, para regularizar o fornecimento de energia em no bairro Industrial e zona rural do município de Moju, Nordeste do estado, que teve o fornecimento de energia elétrica apresentando falhas por conta de uma ocorrência na rede de energia elétrica que atende as localidades.”
A falta de compromisso da Equatorial com a qualidade do serviço já é motivo de insatisfação em diversas cidades do estado. Em Moju, as oscilações e apagões são recorrentes, apesar de a população pagar uma das tarifas mais caras do país. O mínimo que se espera da empresa é transparência e eficiência na solução do problema, mas, até o momento, os consumidores seguem no escuro, sem respostas concretas e reféns de um serviço falho.










