Policiais penais encontram celular dentro de sapo atirado sobre muro de presídio

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O anfíbio foi encontrado em cima do telhado de uma marcenaria que faz limite com o presídio, com a boca costurada.

A audácia e a criatividade no submundo do crime desconhecem limites. As artimanhas utilizadas pela bandidagem para fazer chegar a criminosos que cumprem penas em presídios itens proibidos pela direção das casas penais são as que mais surpreendem pela ousadia. Na última terça-feira (21), agentes penitenciários de Montes Claros (MG) encontraram um celular escondido dentro de um sapo que foi arremessado da rua para dentro do presídio. As informações são do portal UOL.

Tudo sairia como o planejado não fosse o fato de que os agentes do Presídio de Alvorada ouviram o barulho feito no momento em que o animal bateu contra o muro da unidade penal e foram ver do que se tratava. O sapo foi lançado em cima do telhado de uma marcenaria que faz limite com o presídio. Os guardas suspeitaram ao ver que o anfíbio, de um porte razoável, estava morto. Desconfiados, resolveram abrir o animal e encontraram o aparelho.

O sapo, da espécie conhecida popularmente como cururu, estava com a boca costurada. O celular foi cuidadosamente colocado no interior do anfíbio, envolto em uma sacola plástica. “Trabalhamos diariamente para coibir a entrada desses objetos em nossas unidades. Neste caso, por exemplo, os procedimentos de ronda, que são realizados de forma contínua, permitiram a apreensão do ilícito”, disse o diretor regional da 11ª Região Integrada de Segurança Pública, Antônio José Costa. 

O celular encontrado foi encaminhado para a Polícia Civil, responsável pelas investigações criminais. Um procedimento interno para apurar as circunstâncias do ocorrido foi aberto pela direção da unidade prisional.

Texto: O Liberal

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