Uma investigação da Polícia Civil de Mato Grosso aponta que a missionária Rhavenna Barcelos de Almeida teria utilizado o acesso a presídios para manter contato com integrantes do Comando Vermelho.
Segundo a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Rhavenna mantinha um relacionamento com Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como uma das lideranças da facção no estado. Após fugir para o Rio de Janeiro, o criminoso teria continuado em contato com a missionária, que, conforme a investigação, saberia onde ele estava escondido e viajaria para encontrá-lo.
Ainda de acordo com a investigação, materiais apreendidos mostram Rhavenna exibindo armas, dinheiro, joias e veículos de luxo. A polícia afirma que um Porsche avaliado em cerca de R$ 600 mil pertenceria a Batman.
Rhavenna foi indiciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro, junto aos pais, os pastores Nivaldo e Orminda de Almeida. A defesa da missionária nega as acusações e afirma que os fatos serão esclarecidos durante o processo.
Via: G1









