A população de Moju enfrenta uma situação revoltante neste domingo (18). Moradores do bairro Parolândia e de áreas próximas à UPA estão sem energia elétrica desde aproximadamente 3h da madrugada, e o problema já avançou pela noite, passando das 20h, sem que o fornecimento tenha sido normalizado.
O transtorno começou após um grave acidente envolvendo uma retroescavadeira que caiu de cima de um caminhão, danificando um poste de energia elétrica. Segundo informações preliminares, equipes da Equatorial estão no local realizando a substituição da estrutura danificada. Há relatos de que o caminhoneiro possivelmente estaria embriagado, informação que ainda precisa ser confirmada pelas autoridades.
Mas, enquanto o serviço não é concluído, quem está pagando a conta é a população. A falta de energia também afeta parcialmente o funcionamento da UPA e, como se não bastasse, a cidade enfrenta problemas no abastecimento de água. A estação de tratamento fica nas proximidades do local do acidente, e a interrupção no fornecimento de energia compromete o funcionamento do sistema.
É inadmissível que um problema dessa dimensão atravesse o dia inteiro e entre pela noite sem uma solução definitiva. A população precisa de energia para conservar alimentos, manter suas atividades, garantir o mínimo de conforto dentro de casa e, principalmente, ter segurança. A falta de água agrava ainda mais a situação, comprometendo necessidades básicas de milhares de moradores.
A cobrança é por mais agilidade, eficiência e transparência. A Equatorial precisa esclarecer a previsão para a conclusão dos trabalhos e a normalização do fornecimento de energia. A concessionária responsável pelo abastecimento de água também precisa informar quais medidas estão sendo adotadas para restabelecer o serviço o mais rápido possível.
Não basta apenas manter equipes no local: é necessário dar respostas concretas à população, especialmente diante dos impactos sobre uma unidade de saúde e sobre o abastecimento de água.
Moju não pode ficar refém de um problema que já dura horas e afeta serviços essenciais. Energia elétrica e água não são favores, são serviços indispensáveis. A população merece respeito, respostas e, acima de tudo, uma solução urgente!
Mais de 18 horas sem energia e sem água: população cobra agilidade da Equatorial e solução urgente para o problema em Moju
Mais de 18 horas sem energia e sem água: população cobra agilidade da Equatorial e solução urgente para o problema em Moju
A população de Moju enfrenta uma situação revoltante neste domingo (18). Moradores do bairro Parolândia e de áreas próximas à UPA estão sem energia elétrica desde aproximadamente 3h da madrugada, e o problema já avançou pela noite, passando das 20h, sem que o fornecimento tenha sido normalizado.
O transtorno começou após um grave acidente envolvendo uma retroescavadeira que caiu de cima de um caminhão, danificando um poste de energia elétrica. Segundo informações preliminares, equipes da Equatorial estão no local realizando a substituição da estrutura danificada. Há relatos de que o caminhoneiro possivelmente estaria embriagado, informação que ainda precisa ser confirmada pelas autoridades.
Mas, enquanto o serviço não é concluído, quem está pagando a conta é a população. A falta de energia também afeta parcialmente o funcionamento da UPA e, como se não bastasse, a cidade enfrenta problemas no abastecimento de água. A estação de tratamento fica nas proximidades do local do acidente, e a interrupção no fornecimento de energia compromete o funcionamento do sistema.
É inadmissível que um problema dessa dimensão atravesse o dia inteiro e entre pela noite sem uma solução definitiva. A população precisa de energia para conservar alimentos, manter suas atividades, garantir o mínimo de conforto dentro de casa e, principalmente, ter segurança. A falta de água agrava ainda mais a situação, comprometendo necessidades básicas de milhares de moradores.
A cobrança é por mais agilidade, eficiência e transparência. A Equatorial precisa esclarecer a previsão para a conclusão dos trabalhos e a normalização do fornecimento de energia. A concessionária responsável pelo abastecimento de água também precisa informar quais medidas estão sendo adotadas para restabelecer o serviço o mais rápido possível.
Não basta apenas manter equipes no local: é necessário dar respostas concretas à população, especialmente diante dos impactos sobre uma unidade de saúde e sobre o abastecimento de água.
Moju não pode ficar refém de um problema que já dura horas e afeta serviços essenciais. Energia elétrica e água não são favores, são serviços indispensáveis. A população merece respeito, respostas e, acima de tudo, uma solução urgente!








