Durante o trabalho de levantamento de local, foi identificado que a vítima estava decapitada e a cabeça cortada com golpes de facão para não ser identificada.
De acordo com informações do 30º Batalhão da Polícia Militar, um morador do local, que pediu para não ter a identidade revelada, se deparou com o corpo em uma área de mata próximo ao seu quintal. A primeira iniciativa que o morador teve foi de ligar para o Centro Integrado de Operações (Ciop) e denunciar o caso.
A equipe do Tenente Carlos, do 30º BPM, foi a primeira equipe a chegar ao local e fez os primeiros levantamentos. A partir disso, a Divisão de Homicídios ao comando do delegado Igor Botelho e a Polícia Científica no comando da perita Erika Santos também foram acionadas. Durante o trabalho de levantamento de local foi identificado que a vítima estava decapitada e a cabeça cortada com golpes de facão para não ser identificada.
O crime brutal deixou os moradores do município assustados, pois em muitos casos esse tipo de crime tem relação com facções criminosas. O curioso é que os policiais conversaram com alguns moradores do local e ninguém escutou nenhum tipo de briga ou confusão durante a madrugada, pois para a polícia a execução ocorreu durante a madrugada.
Após o trabalho de levantamento de local, o corpo foi encaminhado para perícia no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. E até o início da noite de domingo nenhum familiar da vítima compareceu para fazer o reconhecimento.
O caso será investigado pela Seccional de Marituba e quem tiver algum tipo de informação e puder contribuir com o trabalho da polícia pode ligar para o disk denúncia (181). A identidade do denunciante é preservada.
Prática de degolar
Isso ocorre desde a Idade Média, quando decapitavam cabeças com guilhotinas, como forma de intimidação. Na gíria do crime, quando o indivíduo coloca a cabeça do outro a prêmio, é porque o sujeito tem de morrer.

Por: O liberal





