O processo de reestruturação segue ocorrendo na Electrolux, considerada uma das marcas de eletrodomésticos mais famosas do mundo. As mudanças têm envolvido o fechamento de fábricas, além da redução de aproximadamente 3 mil postos de trabalho e transferência da produção de geladeiras para outras unidades.
A meta da empresa é reduzir a estrutura industrial global e concentrar a fabricação em operações consideradas mais competitivas. Assim, a companhia já encerrou produção industrial no Chile, prepara o fechamento de uma fábrica de geladeiras na Hungria e eliminou a fabricação de refrigeradores em uma unidade nos Estados Unidos.
Segundo a companhia, as mudanças devem resultar em uma redução líquida de aproximadamente 3 mil postos de trabalho ao longo de três anos. A Electrolux busca reduzir despesas justamente em regiões onde enfrenta maior dificuldade para gerar lucro, especialmente na América do Norte.
Na fábrica americana, por exemplo, foram realizados 1.255 cortes de funcionários, apesar das operações permanecerem em andamento. A unidade passará por uma transformação para produzir máquinas de lavar e secadoras em parceria com a empresa chinesa Midea.
Já as atividades industriais em Santiago, no Chile, foi encerrada no fim de abril. A fábrica empregava aproximadamente 400 trabalhadores. Vale destacar que a Electrolux seguirá no mercado chileno, mas deixará de fabricar no país.
Dentro do mercado europeu, os principais cortes acontecem na Itália e na Hungria. Apesar de tudo, a situação não tem causado impacto dentro do Brasil, onde não houve fechamento, apesar de já ter havido recentemente alguns processos de desligamentos semelhantes aos observados nos Estados Unidos, Chile e Hungria.







