Casal que matou criança de 1 ano é condenado a mais de 100 anos de prisão em Parauapebas

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Bebê era vítima de espancamento e violência sexual.

Saiu na noite desta quinta-feira, 21, após dois dias de julgamento, a condenação e sentença de Deyvyd Renato Oliveira Brito e Irislene da Silva Miranda, respectivamente padrasto e mãe da menina Carla Emanuelly Miranda Correia, que tinha apenas 1 ano e 8 meses de vida quando foi morta em janeiro do ano passado, em Parauapebas, sudeste paraense.

A Justiça condenou Irislene da Silva a 46 anos, 5 meses e 20 dias, enquanto Deyvyd Renato foi condenado a 83 anos e 4 meses de prisão pela morte da criança.

O julgamento foi composto por sete júris que estavam atentos ao depoimento da pediatra Flávia Alves, que examinou a criança quando ela deu entrada no hospital de Parauapebas. Na audiência, a profissional contou que a vagina e o anus da criança estavam alargados, e disse ainda que “qualquer pessoa, mesmo leiga, notava que a menor já vinha sendo violentada a bastante tempo”.

A delegada de Polícia Civil, Ana Carolina, que estava à frente do inquérito policial do caso, também foi ouvida e contou detalhadamente sua versão dos fatos à época do crime, afirmando que a mãe da criança sabia de tudo.

Conforme as investigações à época do crime, a criança foi agredida violentamente, chegou receber pancadas na cabeça para desmaiar e não sentir dor durante os abusos sexuais. As investigações apontam ainda que ela foi vítima de magia negra.

Deyvyd Renato voltará a cadeia pública de Parauapebas e Irislene ao presídio feminino em Marabá.

Texto: Roma News

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