Região nordeste do Pará passa de risco alto a médio em Covid-19 e balneários e clubes devem abrir em julho

Se a curva de contágio do coronavírus continuar caindo, Salinas poderá receber visitantes em julho

O Governo do Pará divulgou nesta sexta-feira, 19, que a região do nordeste do estado saiu da classificação de risco alto de contágio, bandeira vermelha, para risco médio, bandeira laranja. Desta forma, alguns setores não essenciais da economia podem voltar a funcionar. O pronunciamento foi feito pelo governador Helder Barbalho.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adler Silveira, a mudança de bandeira da região nordeste do estado ocorreu devido à redução na curva de contágio pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e também pela redução na taxa ocupacional de leitos clínicos e de UTI da região. As outras regiões continuam com o embandeiramento decretado na reunião do dia 29 de maio.

Acesso liberado – Segundo o governador Helder Barbalho, praias, igarapés e clubes devem ser acesso liberado a partir do dia 1º de julho, se o comportamento da taxa de contaminação pela Covid-19 continue estável ou decrescente.

“Em julho, vamos analisar semana a semana. Os balneários, praias, igarapés e clubes voltarão a funcionar, mas mediantes aos protocolos de proteção e controle da proliferação do novo coronavírus. Se alguma mudança importante ocorrer nesse período, retomaremos as restrições”, afirmou Barbalho.

Aulas na rede pública – Helder Barbalho informou que as aulas na rede pública estadual de ensino estão programadas para voltar no dia 1º de agosto. Um possível adiamento só ocorrerá se as taxas de ocupação de leitos clínicos e UTI voltem a crescer e uma nova epidemia aconteça.

Quanto ao retorno das aulas na escolas particulares, o governador falou que está conversando com as entidades, mas antecipou que o Governo do Pará abrirá um fundo de financiamento junto ao Banpará para escolas e universidades privadas.

“Esse fundo será para dar suporte a estas instituições que também estão sofrendo com os efeitos da pandemia no estado”, disse.

Fonte: G1 Pará


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