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Mulher que matou colega de trabalho a facadas em Marabá é condenada a 13 anos de prisão

Sentença por homicídio qualificado, lesão corporal e fraude processual foi lida pela Juíza Alessandra Rocha após 9 horas de julgamento.

Tribunal do Júri de Marabá condenou, no final da tarde desta quinta-feira (4), Sara Nunes Ferreira a uma pena total de 13 anos, nove meses e 18 dias de prisão pelo assassinato de Ana Beatriz Saldanha Machado, ocorrido em janeiro de 2024. A sentença foi lida pela Juíza Alessandra Rocha da Silva Sousa por volta das 18h20.

A decisão do corpo de jurados, composto por seis mulheres e um homem, considerou Sara culpada por todos os crimes que respondia: Homicídio Qualificado por motivo fútil (13 anos e 18 dias); Lesão Corporal (três meses); Fraude Processual (seis meses).

O julgamento, que durou cerca de nove horas no salão do Fórum de Justiça, analisou as provas e depoimentos sobre o crime que chocou a cidade.

O caso

O crime aconteceu na madrugada de 7 de janeiro de 2024, em um bar no Bairro Novo Horizonte, em Marabá. Segundo as investigações, Sara Nunes foi ao local após uma discussão prévia nas redes sociais (Instagram) para “tirar satisfações” de Ana Beatriz.

Sara alegou à polícia que as desavenças eram motivadas por fofocas no ambiente de trabalho e mensagens supostamente enviadas pela vítima ao seu namorado. Ao se encontrarem, as duas entraram em luta corporal. Sara Nunes sacou uma faca e desferiu quatro golpes no tórax e abdômen de Ana Beatriz.

A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital Municipal de Marabá (HMM).

Outros crimes

Além do assassinato, Sara Nunes foi condenada por lesão corporal, por ter atingido David Gabriel Barros de Souza, um amigo da vítima que tentou intervir na briga. A condenação por fraude processual se deu pela acusação de que ela teria tentado apagar conversas com Ana Beatriz após o fato.

Após o crime, Sara Ferreira se apresentou à 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil com a arma do crime e foi autuada em flagrante. Ela teve o pedido de liberdade negado e permanece custodiada no Centro de Triagem Feminino de Marabá desde 9 de janeiro.

Por Dol

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