Autorizada pelo Judiciário, a incineração de drogas apreendidas ocorre após a retirada de amostras, enviadas para análise ao Laboratório de Toxicologia Forense, da Polícia Científica
A Polícia Civil do Pará incinerou as 3,2 toneladas de drogas apreendidas durante a Operação “Guardião do Norte”, realizada no último sábado (13), no município de Abaetetuba, na Região de Integração Tocantins. A carga de entorpecente foi destruída nesta terça-feira (16), em Moju, município da mesma região, em estabelecimento adequado.
A incineração de drogas é um procedimento legal, que ocorre com a autorização do Poder Judiciário. Coordenada pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil, é supervisionada por agentes da Corregedoria, membros do Ministério Público Estadual e da Vigilância Sanitária.
A incineração organizada pela Denarc contou com o apoio de agentes do Núcleo de Inteligência (NIP), Superintendência Regional, Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), Secretaria de Segurança Pública de Moju, Guarda Municipal e vigilância pública de Abaetetuba.

Operação – As investigações começaram em decorrência de denúncias feitas às autoridades de segurança. Após a coleta das informações, a Operação “Guardião do Norte” foi organizada de maneira colaborativa com as Diretorias Especializadas da PC e Polícia Militar. Os quatro suspeitos envolvidos foram presos e encaminhados ao Sistema Penitenciário. As investigações continuam para identificar e localizar os demais envolvidos.

De acordo com o delegado-geral de Polícia Civil, Walter Resende, as drogas apreendidas vinham do Estado do Amazonas com destino à Região Metropolitana de Belém, para serem distribuídas na região e em outros Estados. “Realizamos vários investimentos para aparelhar nossos policiais civis, para de forma colaborativa com outros órgãos de Segurança Pública do Estado combater o tráfico de drogas e a criminalidade. Essa ação representa um golpe significativo contra o tráfico, pois não só retira uma grande quantidade de entorpecentes de circulação, mas também gera grandes prejuízos financeiros às associações criminosas envolvidas”, frisou Walter Resende.

Com informações da Agência Pará









