Diddy tem soltura adiada após se envolver em briga na prisão

Rapper foi condenado em julho de 2025 a quatro anos e dois meses de prisão por duas acusações de transporte de pessoas para prostituiçã

Sean “Diddy” Combs teve sua libertação adiada em um mês por conta de uma briga na prisão. O rapper tinha sua soltura agendada para janeiro de 2028, mas agora só sairá em fevereiro. A informação é do TMZ.

Puff Daddy, como também é conhecido, está cumprindo pena na Instituição Correcional Federal de Fort Dix, em Nova Jersey, para onde foi transferido em outubro do ano passado depois de passar quase 1 ano no Centro de Detenção Metropolitana do Brooklyn.

Diddy foi condenado em julho de 2025 a quatro anos e dois meses de prisão por duas acusações de transporte de pessoas para prostituição, por conta das viagens de acompanhantes para participarem de atos sexuais com suas então namoradas. A condenação se deu com base na Lei Mann que proíbe esse tipo de conduta nos EUA. Os promotores alegaram que Combs coagiu duas mulheres a manter relações sexuais com acompanhantes masculinos, muitas vezes fornecendo drogas para sustentá-las durante vários dias. As sessões sexuais — que frequentemente eram filmadas — eram chamadas de “Freak Offs”. 

Antes disso, um júri de Nova York o havia absolvido das acusações mais graves, que envolviam tráfico sexual e conspiração de extorsão. Embora tenha sido considerado inocente dos crimes mais severos, Combs foi condenado por promover e facilitar práticas de prostituição.

Movimentação no Tribunal Federal de Manhattan para a sentença de Sean “Diddy” Combs

Acusações e julgamento

Os promotores afirmaram que Combs coagiu duas ex-namoradas — Casandra Ventura e outra mulher identificada apenas como “Jane” — a participarem de sessões sexuais movidas a drogas com prostitutos contratados. O julgamento, que se estendeu por oito semanas, foi marcado por depoimentos dolorosos das vítimas e ampla cobertura da imprensa norte-americana. 

Após a sentença, proferida em 3 de outubro, os advogados do músico pediram ao juiz responsável, Arun Subramanian, que recomendasse Fort Dix como destino para cumprimento da pena, “a fim de tratar questões relacionadas ao uso de drogas e maximizar as oportunidades de visita familiar e de reabilitação.”

Por O Globo

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