Bandidos paraenses que fazem parte da maior facção do Rio de Janeiro são presos.

Desde junho deste ano, seis criminosos paraenses foram presos no Rio.

Uma grande investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou uma conexão entre criminosos do estado do sudeste com perigoso bandidos do Pará.
 Aliados à maior facção criminosa carioca, os traficantes atuam na venda de drogas e também praticando roubos em solo fluminense. Desde junho deste ano, seis criminosos paraenses foram presos no Rio, a metade deles nas últimas duas semanas.Parte da quadrilha de paraenses em atuação no Rio envolveu-se em uma ação que parou parte da Zona Sul no último dia 4.

 O grupo roubou uma joalheria em Ipanema e, em fuga, fez duas pessoas reféns numa escola de ioga no Jardim Botânico. O inquérito da 14ª DP (Leblon) identificou seis integrantes do bando, cinco deles do Pará e apenas um do Rio.Dois dos paraenses foram presos em flagrante no dia do crime.

Um deles — Vitor Ramon Pinheiro Macedo — chegou a apresentar uma identidade falsa e afirmou ser do Amazonas. Com auxílio da Polícia Civil do Pará, a delegacia descobriu sua identificação verdadeira. Os outros quatro integrantes do bando que não foram capturados em flagrante terão as prisões pedidas pela polícia. Outros criminosos oriundos do estado do Norte do país ainda estão na mira dos policiais.

As investigações revelaram que os bandidos do Pará buscaram abrigo na Rocinha e nos complexos do Alemão e da Penha. Nas favelas, alguns viraram soldados do tráfico, vendendo drogas. É o exemplo de Cleiton Marques de Carvalho, o Messan, preso por PMs na última quarta-feira em São Conrado, Zona Sul do Rio. Escondido na Rocinha, ele estava integrando o tráfico local. A polícia investiga se Messan participou do assalto à joalheria.

As investigações estão revelando uma forte aliança desses criminosos paraenses com os da maior facção criminosa do Rio, que vêm oferecendo apoio logístico e até mesmo permitindo que alguns deles trafiquem nas suas áreas – explica o delegado titular da 14ª DP, Antenor Lopes Martins Júnior.
Entre os seis já identificados no roubo à joalheria, um deles – Carlos Alexandre de Oliveira Rua – havia sido preso por policiais da 22ª DP no Complexo da Penha em junho deste ano. O paraense acabou sendo solto pela Justiça porque o Ministério Público não ofereceu denúncia contra ele no prazo estabelecido. Rua foi preso na companhia de Thiago Cardoso Martins, conhecido como Thiaguinho, e Daniele Cristina Santos, outros dois conterrâneos que também eram foragidos.

Fonte: O Liberal

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