Acidente aéreo que causou a morte de Marília Mendonça completa uma semana; o que se sabe até agora

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A queda do avião que causou a morte da cantora e mais 4 passageiros é investigada.

Após uma semana da queda do avião que matou a cantora Marília Mendonça e mais quatro passageiros completa uma semana nesta sexta-feira, 12. A investigação sobre o ocorrido ainda está em andamento.

Na tarde do último sábado, 6, um dia depois do acidente fatal, a aeronave já havia sido retirada do local em que aconteceu o acidente, sendo levada em seguida para o Rio de Janeiro para análise. A perícia também foi finalizada neste mesmo dia.

As amostras do matérial genético de todos os passageiros foram recolhidas e enviadas ao Instituto Médico Legal (IML) para exames tóxicológicos. A previsão de conclusão do inquérito é de 30 dias. 

A queda da aeronave aconteceu na zona rual de Caratinga, a cerca de 300 km de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Tudo aconteceu quando o avião atingiu um cabo de distribuição de energia do local e perdeu sustentação, o que teria levado à queda. 

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) confirmou que o avião atingiu um cabo de uma torre de distribuição. A linha de distribuição atingida está localizada fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga.

A sertaneja e sua equipe, junto com os dois profissionais estavam à bordo da aeronave de modelo King Air C90a, fabricada em 1984. Segundo informações, o avião possui capacidade para seis passageiros e estava em situação regular. As documentações e autorizações da equipe de voo também estavam em dia. O piloto Geraldo Medeiros conhecia as regras da aviação e tinha 15 anos de profissão.

Um fato que causou curiosidade para muitos é que o avião não tinha caixa-preta. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que o equipamento não é exigido para este tipo de aeronave. Porém, foi encontrado um geolocalizador, que poderá ser confrontado com o plano de voo.

Após a confirmação que a queda foi causada pela colisão nos fios de eletricidade, veio a tona as ocorrências realizadas anteriormente por outros pilotos, as quais alertavam para possíveis obstáculos presentes, localizados próximos do aeroporto de Caratinga. Justamente na área do local do acidente.

Os motores do avião que cairam no local foram recolhidos na última segunda-feira, 8, por equipes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e de uma empresa de guincho particular. 

Os destroços da aeronave passam por uma série de investigações, no Rio de Janeiro. O motor foi levado para São Paulo e segue no local. 

Texto: O Liberal

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